Unidade da AGED em Imperatriz orienta atores da cadeia produtiva do leite

Palestras junto ao público mostram a importância de adesão ao SISBI

Por Suyane Scanssette
21/02/2020   12:06

A equipe de fiscais estaduais agropecuários da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED/MA) realizou a supervisão e acompanhamento das atividades de uma fábrica de laticínios, em Imperatriz, já registrada no Serviço de Inspeção Estadual (SIE), cujo estabelecimento cumpre as etapas para obtenção de equivalência ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI).

Com o apoio da Unidade Regional da AGED de Imperatriz, os técnicos da Agência realizaram palestras com os proprietários de estabelecimentos e fornecedores de leite da região apresentando as vantagens de adesão ao SISBI e ainda sobre as regras para produção do leite, em conformidade com as Instruções Normativas nº 76 e 77 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

De acordo com Anna Karoline Amaral, que é fiscal estadual agropecuário da AGED, o objetivo das palestras foi de levar as informações do SISBI para os proprietários de estabelecimentos registrados no SIE e para os fornecedores de leite dos laticínios. “O público foi sensibilizado e acharam muito proveitoso a equivalência do SIE da AGED ao SISBI”, informou.

As palestras foram realizadas entre os dias 18 e 19 de fevereiro, trazendo resultados positivos para todos os envolvidos. Uma das vantagens de adesão ao SISBI é que os produtos maranhenses podem ganhar espaço no mercado nacional.

Sobre as Instruções Normativas nº 76 e 77 do Ministério da Agricultura – O Ministério da Agricultura fixou novas regras para a produção de leite no país, especificando os padrões de identidade e qualidade do leite cru refrigerado, do pasteurizado e do tipo A, através das Instruções Normativas (INs) 76 e 77.

A IN 76 trata das características e da qualidade do produto na indústria. Na IN 77, são definidos critérios para obtenção de leite de qualidade e seguro ao consumidor e que englobam desde a organização da propriedade, suas instalações e equipamentos, até a formação e capacitação dos responsáveis pelas tarefas cotidianas, o controle sistemático de mastites, da brucelose e da tuberculose.

Com o novo regramento, os produtores poderão intensificar o controle na obtenção de leite, aplicando ferramentas de gestão de qualidade nas propriedades, incluindo manejo sanitário, refrigeração e estocagem, qualidade da água, uso racional de medicamentos veterinários, adoção de boas práticas de bem estar animal.

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