Técnicos e fiscais da AGED auxiliam IMESC no estudo do ZEE dos biomas no Maranhão

Nos municípios de Lago da Pedra e Timbiras armadilhas foram montadas para avaliação da macrofauna

 

Armadilhas montadas para análise da macrofauna

Por Suyane Scanssette
29/10/2020 08:34

Técnicos e fiscais da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED/MA), sob orientação dos pesquisadores do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC), estão auxiliando no mapeamento dos solos e avaliação da macrofauna dos biomas Cerrado, Costeiro e Amazônico.

As ações, que fazem parte das atividades do Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) dos biomas, contaram com a instalação de armadilhas para avaliar a macrofauna nos municípios de Lago da Pedra, atendida pela Unidade Regional da AGED de Pedreiras, e de Timbiras, atendida pela Regional de Codó.

A parceria institucional entre a AGED e o IMESC é relevante porque vai contribuir para que a AGED atue mais efetivamente na defesa agropecuária.  Além disso, a parceria considerou a capilaridade significativa da AGED no território do Maranhão, cujos técnicos irão somar com suas experiências, na elaboração do Zoneamento dos biomas existes no Estado, auxiliando no trabalho de campo, com a coleta de amostras do solo, para que seja construído um mapeamento e avaliação da macrofauna, por meio do levantamento da biodiversidade dos solos.

Isso vai permitir a criação de uma base de dados tanto do ponto de vista físico quanto químico e biológico dos solos das zonas costeiras, amazônica e do cerrado do Maranhão e, com isso, fazer o monitoramento, avaliação e controle ambiental das diversas tipologias de solos num contexto territorial amplo.

O ZEE é uma importante ferramenta de planejamento a ser utilizada tanto pelo Governo do Estado, quanto por agricultores, pecuaristas, empresários, pesquisadores e demais interessados. O documento será composto por uma série de pesquisas e estudos sobre solos, relevos, vegetação, fauna e componentes humanos de uma determinada região.

A partir destas informações, tanto agentes públicos quanto privados podem tomar as melhores decisões com relação a planos, programas e projetos, que utilizem recursos naturais, sem prejuízo da manutenção do capital ecológico e econômico.  O ZEE promoverá a democratização do conhecimento geoeconômico maranhense.

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