Governo e prefeitura discutem convênios para inspeção sanitária de feiras e alimentos

A reunião da Aged com o Secretário Municipal de Agricultura, Ivaldo Rodrigues, contou com representantes da defesa e inspeção animal e vegetal da Agência, nesta quinta-feira.

A reunião da Aged com o Secretário Municipal de Agricultura, Ivaldo Rodrigues, contou com representantes da defesa e inspeção animal e vegetal da Agência, nesta quinta-feira.

Em busca de parcerias para melhorar a defesa e inspeção agropecuária em São Luís, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged/MA) e o Secretário Municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Ivaldo Rodrigues, se reuniram na quinta-feira (05) para discutir possíveis convênios entre os órgãos, especialmente, relacionados à fiscalização sanitária em feiras e em estabelecimentos de produtos de origem animal.

Na ocasião, o presidente da Aged/MA, Sebastião Anchieta, enfatizou a importância de parceria entre a prefeitura e a autarquia para garantir alimentos seguros para a população e melhorar as condições sanitárias nas feiras e mercados de São Luís. A Agência também apresentou o projeto de análise de resíduos de agrotóxicos nos alimentos comercializados na Central de Abastecimento do Estado (Ceasa).

“Observei que não podemos apenas dar condições para que o pequeno produtor aumente sua produção, precisamos oferecer assistência técnica especializada”, defendeu o secretário. Ivaldo Rodrigues também adiantou que está em seus planos investir na criação de pescado na capital e, para isso, contará com as orientações sanitárias do programa Aquicultura com Sanidade.

Como resultado da reunião de planejamento, a Aged/MA e a Semapa devem oficializar um convênio de colaboração entre o Serviço de Inspeção Municipal (SIM) de São Luís e o Serviço de Inspeção Estadual (SIE) para intensificar a inspeção nas indústrias alimentícias da cidade e promover a reciclagem dos técnicos do SIM ainda no primeiro semestre de 2017.

Recebimento Itinerante de embalagens de agrotóxicos tem adesão de produtores da Grande São Luís

O agricultor Josinaldo Maia foi um dos produtores que aproveitou a ação para destinar corretamente 26 embalagens.

O agricultor Josinaldo Maia foi um dos produtores que aproveitou a ação para destinar corretamente 26 embalagens.

Por volta das 11h da sexta-feira (18), o agricultor Josinaldo Maia (22) chegou à Associação dos Trabalhadores e Produtores Rurais da Mata, em São José de Ribamar, com 26 embalagens vazias de agrotóxicos na garupa da bicicleta para entregar aos fiscais da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged). Assim como Josinaldo, muitos pequenos produtores tiveram a oportunidade de entregar essas embalagens para uma destinação ambientalmente correta durante os dois dias de Recebimento Itinerante na Grande São Luís.

Promovido pela Aged, pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos (inpEV) e pela Associação do Comércio Agropecuário do Piauí (Acapi), o Recebimento Itinerante consiste na disponibilização de um posto temporário para que os agricultores possam devolver as embalagens vazias de agrotóxicos, evitando multas e promovendo a conscientização ambiental.

“Essa ação beneficia, principalmente, os pequenos produtores, que tinham dificuldades para devolver as embalagens nas Centrais de Recebimento do estado e, por isso, ficavam suscetíveis a multas”, explicou a agrônoma da Aged, Edmara Cardoso.

O primeiro Recebimento Itinerante voltado para os produtores de São Luís, São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar aconteceu em 2015 e resultou na destinação correta de 516 kg de embalagens. Este ano, o gestor da Central de Recebimento de Embalagens, Jorge Aguiar, estima que o número seja maior.

“O Brasil é referência mundial em termos de destinação ambientalmente correta de embalagens de agrotóxicos e o Maranhão é o estado do Nordeste que mais dá destino correto a essas embalagens. Nesta ação, mais voltada para agricultores que cultivam horta, até agora já registramos o recebimento de 792 embalagens”, declarou Jorge.

Josinaldo Maia, que devolveu as 26 embalagens dos agrotóxicos utilizados em 2016, contou que tinha aprendido a fazer isso no ano anterior, quando soube do primeiro Recebimento Itinerante por meio da Associação. “Acho que entregar as embalagens é importante pra saúde. A gente não pode deixar à toa, ainda mais quando se tem crianças por perto”, defendeu.

Assim como ele, o presidente da Associação de Produtores Rurais de Cumbique, Ivaldo Fróis, relatou que antes dos Recebimentos Itinerantes não devolvia suas embalagens. “Nem existia essa preocupação. Hoje já melhorou bastante, ainda não é o ideal, mas como a gente trabalha em cooperativa, a gente tá sempre orientando o pessoal a fazer um uso mais consciente dos agrotóxicos”, garantiu.

Recebimento de embalagens vazias de agrotóxicos acontece nos dias 17 e 18 na Grande São Luís

Para facilitar a devolução das embalagens vazias de agrotóxicos na Grande São Luís e evitar seu descarte inadequado no meio ambiente, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged/MA), o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos (inpEV), a Associação do Comércio Agropecuário do Piauí (Acapi) e as respectivas prefeituras promovem, nos dias 17 e 18, Recebimentos Itinerantes em São Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa.

Segundo a Coordenadora de Inspeção Vegetal da Aged, Filomena Antonia de Carvalho, o objetivo do sistema de Recebimento Itinerante é facilitar o cumprimento da legislação por parte dos pequenos produtores, simplificar o processo de recebimento, conscientizar e incentivá-los a devolver regularmente as embalagens vazias de agrotóxicos. “Este vai ser o primeiro Recebimento Itinerante deste ano nessa região, mas já é o segundo que a Aged ajuda a promover. Nossa intenção é que se torne uma ação tradicional nesta época do ano”, defendeu.

Em 2015, a ação registrou o recebimento de 516 kg de embalagens vazias de agrotóxicos e este ano espera-se alcançar ainda mais produtores. “Nossa avaliação do ano passado foi muito positiva, já que é uma região onde predominantemente se cultiva horta e o uso de agrotóxicos é consequentemente menor”, esclareceu Filomena de Carvalho.

Com o Recebimento Itinerante, os produtores têm a oportunidade de devolver as embalagens vazias de agrotóxicos, lavadas de acordo com as instruções passadas pelas revendas dos produtos, em postos temporários criados especialmente para esta finalidade. Com isso, evitam-se custos com deslocamento até as Centrais de Recebimento. Ao fim do recebimento, as embalagens são transportadas com o apoio de todos os parceiros do projeto para uma das Centrais, onde receberão uma destinação final ambientalmente correta.

 

PROGRAMAÇÃO

17/11

Paço do Lumiar: das 08h às 11h30, na Rua do Anajar, 110, Iguaiba (Propriedade da Dona Júlia).

Raposa: das 13h30 às 17h30, na Rua do Bacurizal, s/n, Cumbique (Propriedade do seu Humberto).
18/11

São José de Ribamar: 08h às 11h30, na Associação dos Trabalhadores Rurais da Mata (Av. dos Agricultores, nº 22, Mata).

São Luís: 13h30 às 17h30, na R. Presidente Edson de Sousa Almeida. (Próximo ao Restaurante Amarelinho).

Curso de habilitação de veterinários para diagnóstico de brucelose e tuberculose recebe apoio da Aged

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Com o intuito de contribuir para a habilitação de médicos veterinários no diagnóstico e controle da brucelose e tuberculose, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) participará do XVII Curso de Treinamento e Habilitação em métodos de diagnóstico e controle da brucelose e tuberculose animal e noções básicas em encefalopatia espongiforme transmissível da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), que acontece de 15 a 19 de agosto.

O curso é uma das ações do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT), que selecionou as universidades responsáveis por habilitar médicos veterinários. “A Uema, como todas as universidades que são responsáveis pela oferta desse curso, cuida da parte didática, teórica e prática, com o objetivo de levar a habilitação técnica a esses veterinários. O curso é pré-requisito para que ele seja habilitado a fazer o diagnóstico de brucelose e tuberculose”, explica o coordenador do curso, Hamilton Pereira Santos.

O treinamento, que está em sua 17ª edição, ocorre de acordo com a demanda dos próprios veterinários. Atualmente, essas zoonoses, que são de interesse nas regiões de bacia leiteira, têm recebido maior destaque como consequência da exportação de gado vivo pelo Maranhão e da ampliação da promoção do PNCEBT no estado.

A habilitação é o primeiro passo para que o médico veterinário possa se cadastrar junto ao Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e à Aged para vacinar bezerras de 03 a 08 meses contra brucelose e atuar no controle dessas doenças.

Serviço:

Evento: XVII Curso de Treinamento e Habilitação em métodos de diagnóstico e controle da brucelose e tuberculose animal e noções básicas em encefalopatia espongiforme transmissível.

Quando: 15 a 19 de agosto

Onde: Curso de Medicina Veterinária da Uema – Campus São Luís.

Investimento: R$ 700,00 reais

Contatos: (98) 3218 8438 – 981550761.

Benzoato de Emamectina na mira: fiscalização percorre mais de 25 propriedades em nove municípios

Os fiscais agropecuários de Balsas, São João dos Patos, Viana e São Luís inspecionaram 27 propriedades rurais.

Os fiscais agropecuários de Balsas, São João dos Patos, Viana e São Luís inspecionaram 27 propriedades rurais.

Com o objetivo de verificar o uso de agrotóxicos no estado, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) fiscalizou propriedades rurais em 9 municípios maranhenses, entre os dias 13 e 17. Durante as operações, que visavam, principalmente, inspecionar o uso do inseticida Benzoato de Emamectina, seis fazendas foram autuadas, totalizando aproximadamente R$ 30 mil reais em multas, por armazenamento e destinação inadequada de embalagens vazias de agrotóxicos.

Desde 2014, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) decretou estado de emergência fitossanitária, relativo ao risco de surto da praga Helicoverpa Armigera, no Maranhão. Em virtude disso, a Portaria Nº 232/2015 autoriza o uso temporário do Benzoato de Emamectina, um inseticida que não tem registro no Brasil, para a contenção da praga. No entanto, a aplicação só pode ser realizada com a autorização da Aged.

Também é competência da Agência, fiscalizar o estoque do produto em depósitos, sua comercialização e a destinação adequada das embalagens utilizadas. “Definimos como prioridade de nossas ações em relação aos agrotóxicos a fiscalização do Benzoato, tendo em vista a excepcionalidade de sua aplicação em situação de emergência fitossanitária. Isso é feito devido aos riscos que esse produto representa para o meio ambiente e para a saúde da população”, explica o diretor de Defesa e Inspeção Vegetal da Aged, Roberval Raposo Júnior.

Nas ações nos municípios de Nova Iorque, Passagem França, São João dos Patos, Colinas, Mirador, Sucupira do Norte, Jatobá, São Domingos do Azeitão e Pastos Bons, foram encontrados 142 kg do inseticida em uma propriedade rural, mas o produtor possuía a documentação necessária e o produto era homologado Agência. “Esse trabalho é uma força tarefa em busca de Benzoato ilegal em propriedades rurais das regiões produtoras de grãos”, complementa Roberval.

Uso de agrotóxicos

Durante a semana, fiscais agropecuários da sede da Agência, bem como das Unidades Regionais Balsas, São João dos Patos e Viana, conduziram ações em 27 propriedades rurais, identificando diversos problemas relacionados ao uso, estocagem e destinação de embalagens vazias de agrotóxicos. “Encontramos armazenamento inadequado de todas as formas, mas essa foi a primeira vez que encontramos agrotóxicos até em um freezer”, comenta o chefe da Regional Balsas, Eugênio Pires.

Das seis propriedades autuadas, duas foram penalizadas pelo armazenamento de embalagens vazias em desacordo com as orientações do fabricante. “Isso acontece quando as embalagens são jogadas no pátio da fazenda, a céu aberto, sem tríplice lavagem e perfuração do fundo”, explica Eugênio. Quatro outras propriedades foram autuadas por não praticarem o armazenamento exclusivo dos defensivos agrícolas, separados de qualquer outro equipamento, em local coberto e protegido.

Camarão seco transportado em sacos de fertilizantes é apreendido na entrada de São Luís

Os fiscais identificaram itens de interesse da inspeção agropecuária, como 140 kg de camarão fresco, sendo transportados em ônibus de passageiros.

Os fiscais identificaram itens de interesse da inspeção agropecuária, como 140 kg de camarão fresco, sendo transportados em ônibus de passageiros.

Em pleno período junino, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged), em parceria com a Polícia Militar (PMMA), apreendeu 500 kg de camarão seco, um dos principais ingredientes dos pratos típicos no estado, em sacos de fertilizantes, com destino aos comércios de São Luís. A apreensão foi resultado de uma blitz na barreira do Posto Fiscal da Estiva, na madruga da quarta-feira (15). Das duas até às sete horas da manhã, os fiscais agropecuários da Unidade Regional São Luís e uma equipe da PMMA fiscalizaram a entrada de animais, vegetais, seus produtos e subprodutos, na capital.

Ao todo, 27 veículos foram vistoriados, entre ônibus de passageiros, vans e pick-ups, utilitários, caminhões frigorificados e caminhões baú. “Essa atividade foi proveniente de denúncias realizadas pela própria PM, que observou o transporte de alimentos e animais em pick-ups, ônibus de passageiros e vans. Como não sabiam como proceder nesses casos, procuraram pela Aged”, revela o técnico de fiscalização agropecuária, Pedro Gualter.

Após as inspeções, cinco veículos receberam autos de infração. Os fiscais atuaram dois veículos pelo transporte de 60 pintos sem a documentação sanitária de trânsito e, outro, pelo de 140 kg de camarão fresco sem nota fiscal. Na operação, também foram apreendidos 500 kg de camarão salgado seco transportados em sacos de fertilizantes reutilizados.

Conforme explica o coordenador de Inspeção Animal, Hugo Napoleão, o camarão seco, muitas vezes produzido de forma artesanal, é um produto que faz parte da cultura maranhense, mas que, como qualquer alimento, precisa ser seguro para o consumo. “Independente de ser camarão, carne ou queijo, todo produto deve ser transportado em condições adequadas. O saco de fertilizante é altamente contaminante e pode trazer problemas de saúde para quem consumir aquele alimento”, alertou.

Transporte na madrugada

Segundo o chefe da Unidade Regional São Luís, Assuero Batista Junior, as constantes fiscalizações da Aged, no período das 8h às 18h, tem inibido os transportadores desses produtos. “Houve uma migração do transporte desses produtos para o horário da madrugada. Prova disso é a apreensão dessa quantidade significativa de camarão seco e fresco, que estava sendo destinada para os comércios de São Luís”, explica.

Operação fiscaliza transporte de animais, vegetais e alimentos pela estrada de ferro

Operação da Polícia Militar, SMTT e Aged na Estação Ferroviária aconteceu na terça (07),

Operação da Polícia Militar, SMTT e Aged na Estação Ferroviária aconteceu na terça (07).

A convite da Polícia Militar, por meio do Comando de Policiamento Metropolitano III, e da Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SMTT), a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged), por meio da Unidade Regional de São Luís, participou, na última terça (07), das 21h às 00h, da fiscalização do transporte de animais e vegetais, bem como de seus produtos e subprodutos, na Estação Ferroviária de São Luís.

O objetivo da participação da Agência era averiguar se os passageiros portavam a documentação necessária para transportar animais, vegetais e alimentos dessas origens; e se o transporte destes era feito em condições adequadas. Após três horas de operação, foram apreendidos e inutilizados 26 kg de queijo, que estavam mal acondicionados e não possuíam nota fiscal. Este documento é obrigatório para produtos e subprodutos de origem animal por certificar a sua origem, assim, é possível saber se ele foi produzido dentro das normas higiênicas.

A ausência da nota também foi detectada na carga de outro passageiro que transportava 12 litros de leite cru, ou seja, que não havia sido fervido, pasteurizado ou passado por qualquer processo de beneficiamento. “É importante fazer esse tipo de apreensão, mesmo que seja em pequenas quantidades, porque, por exemplo, no caso do leite, a gente sabe que ele é um meio de cultura natural. Ou seja, ele pode veicular uma série de micro-organismos que causam doenças, como a febre aftosa, brucelose e tuberculose, e permitir que doenças que não são endêmicas nessa região possam ser trazidas por meio desse leite”, explicou o chefe da Regional São Luís da Aged, Assuero Batista Junior.

Da mesma forma que os produtos de origem animal, também foram apreendidas mudas de vegetais por estarem sem atestado de origem, existindo, dessa forma, possibilidade de servir como veículo de pragas.

Os passageiros que tiveram produtos apreendidos foram autuados e receberam orientações dos fiscais agropecuários. “O ideal é que ele respeite a temperatura de acondicionamento daquele alimento e saiba que cada alimento tem uma peculiaridade para o seu transporte. No caso de animais, ele tem que vir em um compartimento que permita seu bem estar e tem que estar acompanhado da Guia de Trânsito Animal”, esclareceu Assuero.

Serviço

O consumidor que quiser transportar alimentos de origem animal deve estar atento à nota fiscal do produto e ao volume, já que grandes quantidades podem não ser consideradas como destinadas ao consumo próprio. Além disso, para garantir que o alimento chegará ao destino próprio para o consumo, é importante seguir as seguintes orientações:

Carnes em geral: devem estar congeladas e dentro de uma caixa térmica ou isopor com gelo.

Leite: Deve ser pasteurizado.

Queijo: existem alguns tipos de queijo que não precisam ser refrigerados, mas queijos como o muçarela, devem ser transportados com refrigeração (preferencialmente, mantendo a temperatura até 8ºC).

Campanha de Vacinação contra febre aftosa é lançada com ação educacional

O secretário Márcio Honaiser realizou uma vacinação demonstrativa no evento.

O secretário Márcio Honaiser realizou uma vacinação demonstrativa no evento.

Nesta quinta, 5, o Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima) e pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Aged), realizaram o lançamento oficial da 1ª Etapa da Campanha de Vacinação contra Febre Aftosa de 2016, em São José de Ribamar, com a presença do secretário da Sagrima, Márcio Honaiser, o presidente da Aged, Sebastião Anchieta, o prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim e representantes das prefeituras da Ilha de São Luís.

Para o secretário Honaiser, a manutenção do estado como livre de aftosa é fundamental para o crescimento da pecuária e atração de investimentos. “Fizemos recentemente o primeiro embarque de bois vivos maranhenses rumo ao mercado internacional, vamos iniciar a construção de matadouros regionais, estamos buscando investimentos no setor frigorífico e incentivando a cadeia de carne e couro; e tudo isso só será possível com o gado vacinado não só contra aftosa, como raiva e brucelose”. Segundo ele, o objetivo a longo prazo é tornar o estado livre de aftosa sem vacinação.  “É preciso que toda a sociedade esteja envolvida: criadores, secretarias municipais, prefeituras, todos unidos nesse trabalho”, reforçou.

Na ocasião, além da vacinação, foram realizadas ações de educação para crianças da comunidade vizinha à fazenda. O grupo de 35 alunos da Unidade Escolar Anita Rocha, participou de trilhas, peça de teatro e aprenderam mais sobre a importância da vacinação contra aftosa. Para o prefeito Gil Cutrim, de São José de Ribamar, que alcançou 100% de cobertura vacinal na última etapa, a realização do evento em uma pequena propriedade representa a intenção da campanha. “A presença desses alunos reflete o trabalho necessário de conscientização dentro e fora da sala de aula, para mostrar a defesa do meio ambiente e a agricultura do nosso município. Agrademos a eficiência e a competência das equipes da Sagrima e da Aged, que coordenada pelo governador Flávio Dino, vem se dedicando à defesa agropecuária do nosso estado”, disse.

Chefe da UR da Aged em São Luís, Assuero Batista, secretário adjunto da Sagrima, Fortunato Macedo, Gil Cutrim, secretário Márcio Honaiser, Sebastião Anchieta, Rayal, dono da propriedade e secretário municipal Pedro Oscar.

Chefe da UR da Aged em São Luís, Assuero Batista, secretário adjunto da Sagrima, Fortunato Macedo, Gil Cutrim, secretário Márcio Honaiser, Sebastião Anchieta, Rayal, dono da propriedade e secretário municipal Pedro Oscar.