Aged fiscaliza parque de exposição e leva educação sanitária para Agritec Chapadinha

Na última quarta-feira (30), os fiscais da Aged acompanharam a desinfecção realizada nas baias com cal apagada a 5%.

Na última quarta-feira (30), os fiscais da Aged acompanharam a desinfecção realizada nas baias com cal apagada a 5%.

De 01 a 03 de dezembro, o governo estadual promove a I Feira de Agricultura Familiar e Agrotecnologia (Agritec) do Baixo Parnaíba, no centro de Chapadinha. No entanto, mesmo antes da abertura do evento e da chegada dos animais que participam da exposição, na manhã do dia 30, os fiscais da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) acompanharam a desinfecção do recinto e emitiram laudo de vistoria, autorizando a realização da feira.

“A vistoria de estabelecimentos é uma das etapas do processo de autorização para realização de eventos que envolvam aglomeração de animais. Na ocasião são verificadas as estruturas necessárias e previstas na legislação. A desinfecção do recinto de aglomeração de animais é uma parte importante para a autorização do evento e, sobretudo, visa proteger os animais de possíveis infecções”, explicou a veterinária da Aged Cleide Selma Santana.

Durante os três dias de evento, a Aged também executará a fiscalização do trânsito de animais, verificando as certificações sanitárias exigidas para proteger, especialmente, os equinos de doenças como Anemia Infecciosa Equina e Mormo.

Educação sanitária

Como parte dos trabalhos desenvolvidos pela Aged em parceria com a Secretaria de Agricultura Familiar (SAF), a Agência também participa da Agritec Chapadinha com palestras sobre agroindústria familiar, uso correto de agrotóxicos, brucelose e tuberculose, e aquicultura com sanidade.

Além disso, durante os três dias de evento, das 10h às 12h e da 15h às 17h, a Educação Sanitária da Aged apresenta seu teatro de fantoches no Espaço do Amanhã, dedicado para crianças e adolescentes. “Nesta primeira manhã, recebemos cerca de 60 crianças de 3 escolas públicas de Chapadinha e, através do nosso teatrinho, falamos sobre a raiva dos herbívoros. As crianças ficam animadas quando olham o teatro e são muito participativas. Nossa expectativa é de repetir a experiência todos os dias”, declarou a agrônoma da Aged, Claudilene Sampaio.

Governo oferece instruções para que agricultores familiares registrem agroindústrias de produtos de origem animal

No curso, serão apresentadas experiências exitosas de outros estados, como Minas Gerais, Goiás e Rio de Janeiro.

No curso, serão apresentadas experiências exitosas de outros estados, como Minas Gerais, Goiás e Rio de Janeiro.

Após apresentar palestras para profissionais de assistência técnica e extensão rural (Ater) e desenvolver o Manual de orientação para o registro da agroindústria familiar, pequeno porte e artesanal, a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) apresenta, pela primeira vez, o curso “Agroindústria familiar e os desafios para a inclusão dos produtos de origem animal nos mercados institucionais”, durante a Agritec Viana, que acontece de 27 a 29 de outubro.

Segundo a veterinária do setor de Agroindústria Familiar do Serviço de Inspeção Estadual da Aged, Alanna Raissa de Araújo, o grande diferencial da palestra que será ministrada em Viana é o público-alvo. “Este curso não está voltado para o técnico, como fizemos em um primeiro momento, está voltado para o agricultor. Queremos informar os agricultores sobre a importância de habilitarem as agroindústrias familiares e sensibilizá-los sobre o tipo de mercado que eles podem acessar após atender às exigências sanitárias”, explica Alanna.

Para impulsionar a comercialização dos produtos da agricultura alimentar, o Brasil conta, atualmente, com programas como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Com essas iniciativas, o governo adquire os produtos de pequenos produtores rurais e os destina para populações em situação de insegurança alimentar ou para a merenda escolar. No caso de produtos de origem animal, para que um produtor possa participar dos programas institucionais, é necessário obedecer às exigências sanitárias e registrar sua agroindústria familiar.

“Identificamos que o maior entrave para o registro de agroindústrias familiares está relacionado à dificuldade de entender as exigências das legislações sanitárias, tributárias e ambientais. Desenvolvemos o Manual para facilitar a compreensão da lei pelos técnicos Ater e, em dezembro, lançaremos uma cartilha, com linguagem leve, contendo todas as informações que o produtor precisa”, esclarece Alanna.

De acordo com os dados da Aged, desde que foi iniciada a divulgação da Lei Nº 10.086/2014, em abril de 2015, já foram registrados 12 pedidos de registro junto ao Serviço de Inspeção Estadual (SIE).

SERVIÇO

O quê? Palestra “Agroindústria familiar e os desafios para a inclusão dos produtos de origem animal nos mercados institucionais”.

Quando? Na quinta-feira (27) às 14h.

Onde? Agritec Viana – Sala 03, Av. Luís de Almeida Couto, MA 014, KM 36, Bairro Vinagre.

Governo apresenta programa sanitário de aquicultura para piscicultores familiares na Semana do Pescado

Na tarde da segunda (12), cerca de 50 piscicultores participaram das palestram que marcaram o primeiro dia da Semana do Pescado.

Na tarde da segunda (12), cerca de 50 piscicultores participaram das palestras que marcaram o primeiro dia da Semana do Pescado.

Com produção semanal de aproximadamente 20 toneladas de peixes, os produtores da Associação de Piscicultores de Itans são um grande exemplo do potencial maranhense no fornecimento de pescado. Para reduzir perdas nos criatórios e colocar a aquicultura maranhense em um patamar de excelência para o mercado interno e externo, a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima), por meio da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged), ofereceu palestras sobre o Programa Nacional de Sanidade de Animais Aquáticos de Cultivo (Aquicultura com Sanidade) para piscicultores familiares da comunidade Itans, em Matinha, na segunda (12).

Auxiliados por engenheiros de pesca e responsáveis técnicos com o objetivo principal de expandir a produção, os piscicultores também terão que se adequar às práticas sanitárias instituídas pelo governo federal, na Instrução Normativa Nº 04/2015, do extinto Ministério de Pesca e Aquicultura (MPA), a partir de 2017.

“O programa do Ministério de Pesca institucionalizou, de forma inédita, os cuidados sanitários que se devem tomar na aquicultura. Já existem estudos científicos comprovando que o manejo incorreto na produção de peixe em cativeiro pode causar doenças nos animais e até provocar a sua morte. Já existem relatos de piscicultores que perderam toda a sua produção da noite para o dia”, explicou o engenheiro de pesca da Aged, Hélio dos Santos Junior.

Para preparar técnicos e produtores maranhenses para as novas normas, a Aged está promovendo palestras e treinamentos. As palestras “Aquicultura com Sanidade”, “Trânsito de pescados” e “Registro de Agroindústria Familiar, Pequeno Porte ou Artesanal” foram ministradas como parte da programação da Semana do Pescado (12 a 18), promovida pela Sagrima, para um público de 50 pessoas na Associação dos Piscicultores de Itans. “Queríamos mostrar que eles podiam dar um segundo passo na atividade, não só comercializar o pescado in natura, mas beneficiá-lo para agregar valor ao produto”, defendeu a veterinária Tânia Maria Duarte.

Programa Inovador

Quando aprovado, o programa Aquicultura com Sanidade foi apontado como o mais amplo e inovador já lançado pelo extinto MPA. Até 2014, o governo federal havia aprovado quatro iniciativas, mas que não contemplavam todo o setor.

Algumas das novidades do programa são as regras para a manipulação de peixes durante a despesca (retirada dos peixes dos ambientes de cultivo), para o trânsito de animais aquáticos no estado de origem, entre estados ou quando destinados à exportação ou importação, além da orientação sobre as formas de notificação de suspeitas de doenças.

Aged impulsiona registro de agroindústrias familiares com manual e oficinas

Palestra da veterinária Alanna Raissa na Agritec Codó, em abril.

Palestra da veterinária Alanna Raissa na Agritec Codó, em abril.

De 04 a 06 de agosto, como parte da participação da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) na Feira de Agricultura Familiar e Agrotecnologia (Agritec) de Zé Doca, veterinários da Inspeção Sanitária ministrarão a oficina “Orientações para o registro de agroindústria familiar” para técnicos de assistência técnica e extensão rural da região (Ater). Desde abril, o desenvolvimento desta capacitação em feiras e exposições agropecuárias intensificou a procura pelo registro ao Serviço de Inspeção Estadual (SIE), que, hoje, apresenta 12 demandas.

Ao constatarem a inexistência de agroindústrias registradas no SIE, as responsáveis pelo setor de Agroindústria Familiar do Serviço de Inspeção Estadual da Aged, Alanna Raissa de Araújo e Tânia Maria Duarte, perceberam a necessidade de produzir um material que simplificasse a Lei N° 10.086, de 20 de maio de 2014, que dispõe sobre o registro desses estabelecimentos. Dessa forma, foi desenvolvido, com o apoio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima), o Manual de orientação para o registro da agroindústria familiar, pequeno porte e artesanal.

Lançado em abril, em uma versão preliminar, o manual foi concebido como uma orientação mais direta para técnicos Ater e serve de suporte para as oficinas realizadas pela Aged. “A ideia é formar multiplicadores de informações no meio rural, especificamente sobre os requisitos exigidos para o registro das agroindústrias familiares. Os técnicos de extensão são os primeiros profissionais que os agricultores procuram para obter informações. Daí a importância deles serem capacitados para prestarem as orientações corretas”, explica Alanna Raissa.

Após a apresentação do Manual nas Agritec Codó e Grajaú, bem como na Agrobalsas e Expoimp, foram feitas algumas revisões para que o manual fosse disponibilizado também em versão online. Além de ser uma iniciativa pioneira no país, na prática, o manual pode ter incentivado a demanda por registro junto aos sistemas de inspeção oficial. Atualmente, existem 10 estabelecimentos familiares e dois estabelecimentos de pequeno porte em processo de registro na Aged.

O deferimento desses registros significará que 12 agroindústrias familiares e de pequeno porte de mel, frango e leite poderão comercializar seus produtos em todo o estado. “É importante que o governo estadual disponibilize as ferramentas e o conhecimento necessários para que a produção e a agroindustrialização alcancem novos patamares tecnológicos, adequando-se às regras e às necessidades do mercado, para que possam crescer e gerar cada vez mais emprego e renda”, ressaltou o secretário de Agricultura, Pecuária e Pesca, Márcio Honaiser.

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A versão final do Manual de orientação para o registro da agroindústria familiar, pequeno porte e artesanal está disponível para download gratuito nos sites da Sagrima (www.sagrima.ma.gov.br) e da Aged.

 

Agrobalsas 2016: Confira as ações da Aged durante o evento

Primeiro dia da Oficina para Registro de Agroindústrias Familiares.

Primeiro dia da Oficina para Registro de Agroindústrias Familiares.

Nesta terça-feira (21), se inicia a programação da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) na 14ªAgrobalsas, que acontece de 20 a 24 de junho, na Fazenda Sol Nascente. Com palestras, oficinas e brincadeiras principalmente voltadas para a Educação Sanitária, a Agência busca conscientizar crianças, produtores rurais e sociedade civil.

De 21 a 23, o fiscal agropecuário Humberto de Campos, da Unidade Regional Codó, ministra uma Oficina para Registro de Agroindústrias Familiares, voltada para os técnicos de assistência técnica e extensão rural (Ater). A formação desenvolvida pela Coordenação de Inspeção Animal da Aged foi concebido, juntamente com o Manual de orientação para o registro da agroindústria familiar, pequeno porte e artesanal, para facilitar o entendimento das legislações e informar, de forma simplificada, o que é necessário para a obtenção de registro do Serviço de Inspeção Municipal, Estadual ou Federal.

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Escolas da zona rural de Balsas participam do jogo Semeando Conhecimento, de 21 a 23.

Também de 21 a 23, a Coordenação de Educação Sanitária e Comunicação da Aged conduz o projeto Semeando Conhecimento. Durante os três dias, 215 alunos de 9 escolas da zona rural de Balsas devem participar de uma gincana, em um grande tabuleiro, onde seus conhecimentos sobre a área vegetal serão testados. Antes da brincadeira, os fiscais agropecuários da Agência visitaram as escolas, oferecendo a palestra “Educação no campo: uso adequado de agrotóxicos” para alunos de 4ª a 5ª série.

“O uso de forma indiscriminada ou incorreta dos agrotóxicos é uma realidade da zona rural e as crianças convivem com essa prática, sendo, portanto, um agente formador da opinião dos pais e a principal porta para a formação de um adulto consciente”, defende a coordenadora de Educação Sanitária, Viramy Almeida.

No dia 24, além da apresentação da palestra “Educação no campo: uso adequado de agrotóxicos”, pelo fiscal agropecuário Diego Amaral, na sede da Fapcen, também haverá a premiação dos trabalhos de redação e desenho de alunos de 4 a 5 anos, pelo Programa de Educação Ambiental Campo Limpo, em uma parceria com a Associação dos Revendedores de Insumos Agrícolas de Balsas (Ariab) e a Secretaria de Educação.

Ao fim, as escolas vencedoras serão premiadas com um computador completo, quatro tablets, quatro bicicletas, material escolar, 350 brinquedos doados pelos funcionários da Agência e outras arrecadações.

Aged e SAF firmam parceria para viabilizar registro de agroindústrias familiares do Maranhão

A oficina aconteceu no Auditório da SAF, com a presença da equipe da Superintendência de Organização Produtiva.

A oficina aconteceu no Auditório da SAF, com a presença da equipe da Superintendência de Organização Produtiva.

Na quinta-feira (12), a Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged) ministrou uma oficina sobre os requisitos para o registro da agroindústria familiar aos técnicos da Secretaria de Agricultura Familiar (SAF) responsáveis pela elaboração de projetos e organização produtiva. O evento faz parte de uma parceria entre os órgãos para que os projetos voltados para o setor estejam atentos às exigências sanitárias.

A parceria foi firmada após uma reunião entre a diretoria da Aged e a Superintendência de Organização Produtiva da SAF, em que foram apontadas as dificuldades de comercialização da produção agroindustrial familiar do Maranhão. “Estamos dispostos a procurar todas as parcerias, inclusive com a Aged, porque é uma questão de saúde pública. Queremos, até o final do governo, mostrar que o Maranhão é capaz de produzir alimentos e produzir com qualidade para que tenhamos uma alimentação mais saudável”, declarou o secretário-adjunto de Produção e Comercialização da SAF, Francisco Sales.

Durante a oficina, a fiscal agropecuária Tânia Maria Duarte explicou o passo a passo para o registro de agroindústrias familiares, artesanais e de pequeno porte no Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e reforçou que ele é um requisito obrigatório para que qualquer produto de origem animal possa ser comercializado. O registro pode ser solicitado junto às prefeituras, responsáveis pelo Sistema de Inspeção Municipal (SIM), junto à Aged, responsável pelo SIE, ou no Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a quem compete o Serviço de Inspeção Federal (SIF).

Segundo Tânia, o governo estadual, por meio de portarias, vem buscando facilitar o acesso do agricultor familiar ao registro. “O processo de registro é naturalmente lento, mas um dos maiores problemas identificados é a entrega de documentação incompleta. Queremos acelerar o processo, diminuindo o tempo de construção dos documentos para que cheguem logo à Aged”, esclareceu a fiscal.

Manual

Durante a Agritec de Codó, a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca (Sagrima) e a Aged lançaram o Manual de orientação para o registro da agroindústria familiar, pequeno porte e artesanal para facilitar o entendimento das legislações e informar, de forma simplificada, o que é necessário para a obtenção de registro do Serviço de Inspeção Municipal, Estadual ou Federal.

O material será disponibilizado à SAF para a formação de técnicos de assistência técnica e extensão rural (Ater). “Nós estamos criando uma ambiência institucional para que se possa articular esses processos. Essa busca de integrar a Aged, Agerp, SAF e Sagrima é exatamente para a gente começar a resolver esses gargalos e dar mais rapidez ao processo de registro e de certificação das agroindústrias”, defendeu o superintendente de Organização Produtiva da SAF, Josenildo Cardoso.