Alunos do curso técnico de auxiliar veterinário discutem sobre o Programa de Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal

Por Suyane Scanssette
20/08/2021 13:18

Debater, prestar esclarecimentos e orientações sobre o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) foi o principal objetivo de um encontro virtual com alunos do Curso Técnico para Auxiliar de Veterinário, que contou com a presença da Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (AGED/MA).

A fiscal estadual agropecuário e responsável técnica pelo Programa na AGED, Adriana Prazeres participou do encontro retirando as dúvidas e respondendo aos questionamentos dos estudantes do curso. “Foi um momento valioso poder conversar com os alunos deste curso, pois, futuramente poderão fazer parte da equipe, juntamente com o médico veterinário, como auxiliar de vacinação contra brucelose, contribuindo com o aumento do índice vacinal no estado do Maranhão”, pontuou.

”A contribuição dessa entrevista foi de suma importância para a construção de profissionais muito mais capacitados, que atuarão de forma mais responsável e eficiente. É muito gratificante saber que a AGED está acessível para todos, inclusive para a turma de auxiliar veterinário. Com toda certeza foi um marco na formação de cada um deles”, declarou Andréa Rosa Mota, professora do curso do Curso Técnico.

De acordo com Adriana, a abordagem sobre o PNCEBT trouxe um breve histórico sobre a criação e importância do Programa Sanitário bem como, as questões socioeconômicas, prejuízos e a relevância para a saúde pública.

Os alunos ainda foram orientados quanto ao impacto que a tuberculose causa nos animais e em seres humanos; sobre quais os procedimentos adotados em casos de animais positivos para brucelose e tuberculose; questões relacionadas à vacinação contra brucelose como: quais os tipos de vacina existentes no mercado, quais os profissionais que podem vacinar contra brucelose; quais os tipos de Equipamentos de Produção Individual (EPI’s) utilizados, os cuidados que devem ser adotados antes, durante e após a vacinação, além da faixa etária em que as fêmeas devem ser vacinadas. Houve ainda questionamento sobre quais as orientações para o produtor para que este evite a entrada da brucelose e da tuberculose em sua propriedade.

“Desta forma, reforçamos a importância do controle e prevenção, com a realização da vacinação das fêmeas bovinas e bubalinas entre 3 a 8 meses de idade para brucelose e a realização de exames para tuberculose e brucelose, principalmente quando houver a necessidade da emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), para o trânsito de animais dentro e fora do estado do Maranhão”, concluiu Adriana.

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