AGED participa de reunião para a criação de consórcios e regionalização de abatedouros.

A AGED participou na tarde desta quarta-feira (15) de mais uma rodada de discussão na comissão de Assuntos Municipais e Desenvolvimento Regional, na Assembleia Legislativa do Maranhão a respeito dos abatedouros clandestinos no Estado, além da criação de consórcios e da regionalização dos abatedouros. Na ocasião, representantes da Agência apresentaram o Plano Estratégico de Regularização da Cadeia Bovídea do Maranhão.

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Participaram da reunião, a Diretora Geral  da Aged, Fabíola Ewerton Mesquita, o deputado Dr. Yglésio, deputado Ciro Neto, o subsecretário de Estado de Agricultura (Sagrima), Sérgio Delmiro; a assessora da Federação dos Munícipios do Maranhão (Famem), Rita de Cássia; o assessor do Consórcio Intermunicipal Conleste, Cláudio Vasconcelos; o representante da Empresa Maranhense de Pesquisa Agropecuária (Emapa), Bruno Guimarães.

O Plano Estratégico apresentado apontou 13 plantas de abatedouros públicos construídos mas não concluídos, localizados nas regiões: Tocantina, Sertão e Baixada que podem atender aos critérios técnicos de funcionamento exigidos pelos órgãos de vigilância sanitária.

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“As plantas que apresentam as melhores condições estão localizadas na região do Sertão, beneficiando os municípios de São João dos Patos, Barão de Grajaú, Paraibano, Sucupira do Riachão, Pastos Bons e Nova Iorque. Precisa se fazer ajustes estruturais e definir um plano de gestão para que funcionem a contento”, destacou a diretora geral da
Aged, Fabiola Ewerton.

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Estavam também presentes o representante da Vigilância Sanitária Estadual, Marlon Costa; a superintendente substituta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Maria Aparecida Sousa;  a diretora Executiva do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Regional do Sertão (CIDR), Cláudia Brandão; a assessora técnica de projetos produtivos da secretaria de Estado de Indústria e Comércio (Seinc), Celi Amaral; o diretor geral do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (Imesc), Josiel Ribeiro Ferreira, e a representante do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Maranhão (CRVM), Alessandra Pontes.

SOBRE AS REUNIÕES ANTERIORES

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Foi apresentado um modelo de criação de consórcio, que justifica a existência de uma grande deficiência de suprimento regular de carnes inspecionadas para o mercado interno, o que impõe providências urgentes por parte do poder público.
A justificativa apresentada pelo modelo é que os problemas são mais evidentes em pequenos municípios, destacando que, o abastecimento de carne acaba sendo mais frequente em atividade informal, com pouca assistência sanitária, pondo em risco a saúde pública. Os participantes chegaram a um consenso em torno da criação de consórcios
regionais para a manutenção de abatedouros que venham a funcionar dentro das normas exigidas pela legislação.
Uma das dificuldades para a concretização do modelo é a questão burocrática, pelo fato de ser necessária a aprovação pela Câmara Municipal, criar estatuto, abrir empresa pública com CNPJ e contar com estrutura física para instalação e mão de obra qualificada.
“Essas Ações que a Comissão De assuntos Municipais, que o Deputado Dr. Yglésio está tomando frente, corroboram e fortalecem as ações que a AGED já vem fazendo. A Agência vem fazendo operações de combate ao abate clandestino e nós estamos construindo com outras instituições um plano estadual de fortalecimento da carne. Essa ação segue duas linhas principais, uma linha de território onde já há abatedouro com serviço de inspeção, que temos uma forma de atuação e as áreas que ainda não tem abatedouros com serviço de inspeção. Isso é, a carne ofertada a população, é uma carne clandestina e sem procedentes. Temos fortalecido essa ação por entender, que garantir
produtos de qualidade da população, é uma parte importante da nossa missão. A Agência entende, que não basta apenas fiscalizar, por conta disso temos trabalhado de forma conjunta com outras instituições, pra fomentar a organização da cadeia. Não adianta apenas fechar estabelecimentos, mas também fomentar que venham estabelecimentos, sejam públicos ou privados, para garantir produtos de qualidade pra população.” Enfatiza Fabiola Mesquita.

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